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ISRAEL, um dos principais ecossistemas de inovação do mundo

Israel, um dos principais ecossistemas de inovação do mundo

Em uma entrevista exclusiva com Israel Trade & Investments falamos sobre Israel, um país que vem surpreendendo globalmente quando o assunto é inovação. Um país jovem, porém, com uma história milenar, Israel possui um dos melhores índices mundiais de educação, uma das menores taxas de desemprego do mundo, traz políticas direcionadas ao empreendedorismo e investe cerca de 5% do PIB em P&D.

Perguntamos à Taly Segal, Cônsul para Assuntos Econômicos de Israel o que tem sido feito para tornar o país o principal ecossistema de inovação do mundo e em resposta Taly cita uma fala dito por Shimon Peres, ex-presidente de Israel: “Em Israel, uma terra carente de recursos naturais, aprendemos a valorizar nossa maior vantagem nacional: nossa mente. Por meio da criatividade e da inovação, transformamos desertos áridos em campos prósperos e abrimos novas fronteiras em ciência e tecnologia.”

 A história do estado de Israel foi traçada para criar um lugar onde as pessoas pudessem viver em uma terra básica sem recursos naturais. Portanto, o lugar da criatividade e da invenção sempre foi apoiado com todas as medidas pelo governo Israelense. “Mesmo sem garantias, era melhor tentar e falhar, do que não saber o resultado. Este estado de espírito permanece até hoje. Mais apoio de programas governamentais foram iniciados para ajudar as pessoas a terem uma ideia para iniciarem um produto / uma nova invenção com o governo compartilhando riscos e custos.” destaca a cônsul.

Hoje, Israel possui a Autoridade Israelense de Inovação, o Ministério da Economia e Indústria e outras instituições nacionais que promovem diferentes programas para startups e venture capital, localmente e com colaboração global.

A confiança do governo nas ideias passou para a Indústria e todos os parceiros relevantes, como a Academia e o Exército Israelense, para colaborar e encontrar a melhor maneira de criar o melhor produto a partir de qualquer sonho.

Potencial do Ecossistema de Inovação de Israel

Atualmente, Israel – um país de 9,2 milhões de pessoas – possui cerca de 4.000 startups. A diversidade é muito grande e dificilmente existem setores nos quais as empresas Israelenses não tentam pesquisar e desenvolver soluções próprias.

Taly ressalta que se o país precisar escolher o campo que mais se destaca, provavelmente será o de Cyber, IA, Segurança & Proteção, Saúde, Energia Limpa e Agricultura.

Um dos fatores mais importantes que trouxe sucesso para o Ecossistema Israelense é a grande colaboração entre os setores da sociedade. “Por exemplo, a Academia – toda Universidade Israelense possui um Centro de Inovação, centro de P&D para um campo específico, ou um acelerador para ajudar os alunos com novas ideias a desenvolvê-las da maneira mais eficiente possível. Há ainda uma colaboração direta com programas governamentais e/ou empresas privadas.” acrescenta Taly.

Em Israel, atualmente operam mais de 300 empresas multinacionais – a maioria delas procurou startups e integrou-as à empresa. O governo israelense atua proativamente incentivando e apoiando essa colaboração.

Oportunidades e conexões

A Cônsul para Assuntos Econômicos de Israel, Taly Segal aponta que O ‘estado de espírito israelense’ é o principal motor de todo o processo. O Israelense não tem medo de correr riscos, de falhar e de tentar de novo depois de aprender com seus erros. Existe uma mentalidade cultural de que “é melhor tentar do que não saber”. Além disso, a falta de uma hierarquia rígida demais, a sociedade não formal, o pensamento de “como se tornar global” também são uma vantagem cultural.

O rápido desenvolvimento do Ecossistema Israelense e o investimento em P&D deram a Israel um vasto conhecimento e experiência em distintos campos tecnológicos. Por estarem em um mercado pequeno, os Israelenses sempre pensam nos próximos passos de colaboração no exterior. Há muita vontade de compartilhar conhecimento e expandir com outros países.

Uma iniciativa que vem com o intuito de contribuir com o desenvolvimento de novos negócios é a parceria firmada entre o NRGHub e Israel Trade & Investiments. Esta aliança visa promover a conexão com o Ecossistema de Israel, bem como encontrar soluções relevantes, parceiros ou empresas para investir. E para isso está sendo organizado um ciclo de eventos digitais para apresentar oportunidades inovadores do ecossistema de Israel para o mercado brasileiro.

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Panorama da Bioeconomia Brasileira

Um panorama sobre a Bioeconomia no Brasil

O crescimento populacional projetado para os próximos anos e o consequente, aumento de consumo de água, alimentos, energia e recursos naturais de maneira geral vêm provocando impactos sem precedentes no nosso ecossistema (BNDES, 2018).

Os impactos e desafios atuais requerem uma mudança de paradigma para o desenvolvimento econômico mundial. O novo modelo econômico deve assegurar a produção e consumo de alimentos, água e energia de forma mais segura e sustentável; e promover o desenvolvimento de processos industriais de menor impacto ambiental a partir de inovações tecnológicas de base biológica.

Assim, a Bioeconomia surge como uma resposta promissora à demanda atual, baseando-se no uso racional da biodiversidade e sendo considerada, cada vez mais, como uma estratégia política e econômica para um desenvolvimento global mais sustentável.

A União Europeia ganha destaque na bioeconomia mundial, movimentando cerca de 2 trilhões de Euros e gerando cerca de 20 milhões de empregos. Neste mercado, o setor alimentício é a atividade econômica com maior participação, representando cerca de 44%. Além disso, atividades relacionadas à bioeconomia representam aproximadamente 14% do PIB da EU (OCDE).

No Brasil, conceitualmente, de acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, a bioeconomia surge através de inovações tecnológicas baseadas nas ciências biológicas, oportunizando o desenvolvimento de produtos, processos e serviços mais sustentáveis (MCTI, 2021).

As primeiras práticas da bioeconomia brasileira tiveram início na década de 80, trazendo como resultado a criação do Fundo Setorial de Biotecnologia que destina recursos financeiros para incentivar o desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro a partir da formação e capacitação de recursos humanos, visando ampliar a base de conhecimento nacional (FINEP, 2002). A partir de 2004, a biotecnologia foi colocada como área estratégica para o desenvolvimento econômico nacional, fazendo parte de diversas políticas de incentivo (DIAS et al., 2016).

Um estudo realizado em 2011 pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), em parceria com a Associação Brasileira de Biotecnologia (BrBiotec), com financiamento do Parque Tecnológico do Rio de Janeiro (Fundação BIO-RIO) e da Agência Brasileira de Promoção de Investimentos (Apex-Brasil) resultou no Brazil Biotech Map 2011, um mapeamento de empresas brasileiras que tinham a biotecnologia como atividade principal, bem como aquelas empresas que desenvolviam projetos na área (DIAS et al., 2016).

Neste estudo, foram mapeadas 237 empresas brasileiras, em que 40% delas estão situadas no Estado de São, sendo a maioria pequenas e médias empresas. Em relação às atividades econômicas, mais de 40% da atividade industrial está relacionada à saúde humana, seguida da saúde animal, especialmente no desenvolvimento de medicamentos e vacinas (DIAS et al., 2016).

Em 2018 foi lançado o Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação em Bioeconomia (PACTI Bioeconomia) com vigência até 2022 que destaca as cinco principais linhas temáticas que merecerão foco para a superação de desafios e o aproveitamento de oportunidades apresentados pela bioeconomia nacional. Estas temáticas estão relacionadas à valorização da biomassa; processamento e biorrefinarias; bioprodutos; criação de um Observatório Brasileiro de Bioeconomia (proposta apresentada em agosto de 2020) e de um Comitê Nacional da Bioeconomia.

Como resposta ao PACTI Bioeconomia, no final de 2020, foi lançado o Programa Cadeias Produtivas da Bioeconomia pelo MCTI com o objetivo de promover as cadeias produtivas da biodiversidade brasileira. O programa já investiu aproximadamente US$ 1 milhão em projetos relacionados às cadeias produtivas do açaí, cupuaçu e pirarucu, na região Amazônica e Licuri na Caatinga.

Setores por onde a bioeconomia transita:

A bioeconomia tem sido vista como uma grande oportunidade para o setor da agricultura brasileira utilizar e aprimorar todo o seu potencial de produção de alimentos, fibras, energia e novos produtos.

Do ponto de vista de produção de energia a partir da biomassa, o Brasil tem grande potencial de liderar o mercado mundial, não apenas com a geração de energia elétrica, mas também no setor de biocombustíveis. O etanol já é um biocombustível presente na matriz energética brasileira antes da década de 30. Com a chegada do RenovaBio, pretende-se levar maior competitividade ao setor sucroenergético e mais investimentos, com geração de emprego e renda e aumento da produção no setor (UNICA, 2019).

Vale ressaltar que o RenovaBio é um programa do governo federal brasileiro, lançado em 2017, considerado como a nova Política Nacional de Biocombustíveis, trazendo como objetivo a expansão da participação dos biocombustíveis na matriz de transportes brasileira, baseada na previsibilidade e na sustentabilidade econômica, ambiental e social, contribuindo ainda para a redução das emissões de gases de efeito estufa
no país.

Ainda sobre o setor energético, o Brasil tem o maior potencial de geração de biogás do mundo (e consequentemente, de biometano), estando esta produção relacionada principalmente, ao setor sucroenergético, agropecuário e de resíduos sólidos urbanos. Apenas para contextualizar, o Brasil tem potencial de substituir aproximadamente 40 bilhões de litros de óleo diesel com biometano; e gerar mais de 170.000 GWh/ano de energia elétrica a partir do biogás (ABIOGÁS, 2020).

Oportunidades e desafios:

Percebe-se, portanto, que a capacidade de produção de bioenergia em escala, a multifuncionalidade da agricultura atrelada à abundância de recursos naturais oriundos da biodiversidade faz do Brasil um dos principais protagonistas da bioeconomia global. Segundo a Embrapa, uma das principais tendências do país é a utilização da biomassa como matéria-prima para o desenvolvimento de bioprodutos e bioindústrias, com potencial de aplicação em diversos setores da economia (EMBRAPA, 2021).

De acordo com a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), a perspectiva somente para a biotecnologia industrial, pode trazer US$ 53 bilhões ao PIB brasileiro por ano, num horizonte de 20 anos (CNI, 2020). Segundo a Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI), dos US$ 53 bilhões anuais, US$ 20 bilhões são projetados a partir de 120 plantas para produção de etanol de segunda geração e US$ 33 bilhões de bioprodutos derivados da celulose (ABBI, 2016).

Sabe-se que o Brasil possui a maior biodiversidade do mundo, contando com mais de 40 mil espécies vegetais mapeadas distribuídas em seus diferentes biomas (Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Caatinga e Pantanal) (BNDES, 2019). No entanto,  ainda faltam investimentos em pesquisa e políticas de incentivos mais consistentes para o desenvolvimento e inovação da bioeconomia brasileira.

A importância do mapeamento de novas espécies da biodiversidade brasileira podem atrair investimentos na ordem dos bilhões. Ainda, regulações e normas mais adequadas ao uso da biodiversidade e propriedade intelectual podem trazer resultados mais rápidos e concretos. Atualmente, a insegurança jurídica é pauta de discussão na Frente Parlamentar de Bioeconomia (lançada em 2019) para o patenteamento de inovações biológicas. Um outro assunto amplamente discutido na Frente Parlamentar é a regulamentação dos bioinsumos para fabricar fertilizantes e defensivos, considerados a próxima onda no setor de produtos usados na agropecuária.

Em maio de 2020, foi lançado o Programa Nacional de Bioinsumos gerido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). A proposta do programa é contribuir para o desenvolvimento de novas soluções tecnológicas para as cadeias produtivas relacionadas à agricultura, pecuária e aquicultura (MAPA, 2020).

Frente às inúmeras oportunidades que a bioeconomia pode oferecer ao mercado brasileiro, o seu avanço ainda depende melhorias no sistema de inovação do país. Entretanto, a Bioeconomia pode colocar o Brasil em destaque estratégico na economia global, sendo um verdadeiro protagonista em prol do desenvolvimento sustentável do nosso planeta.

Texto enviado por: Renata Abreu – CEO & Founder NRGHUB.

Contato: https://www.linkedin.com/in/re-abreu/

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O Ecossistema de Inovação de Israel

Parceria internacional amplia oportunidades para membros do NRGHub

O NRGhub firma parceria com a Embaixada de Israel por meio da Israel Trade & Investment Brasil para promover cooperações internacionais e mais inovação para os negócios nacionais.

Já no primeiro semestre de 2021 traremos uma agenda de eventos digitais e gratuitos, abordando temas relacionados ao setor de energia como novas tecnologias, blockchain, inteligência artificial, inovação aberta e muito mais.

O Ecossistema de Inovação de Israel

Com 70 anos, vinte e dois mil quilômetros quadrados, uma população de oito milhões de pessoas e um PIB de cerca de US$303 bilhões, Israel surpreende.  A experiência do país em superar desafios gera tecnologias avançadas e oportunidades para muitos setores. De nanotecnologia, tratamento de água, cybersegurança, até equipamentos médicos, Israel possui os procedimentos mais avançados no mundo. Por meio de políticas direcionadas, do fomento do empreendedorismo e do investimento de cerca de 5% do PIB em P&D anualmente, Israel tornou-se um gigante da inovação, abrigando mais de 7.000 startups.

Desde sua fundação, Israel tem colocado grande ênfase na conservação de energia, desenvolvendo soluções inovadoras, alternativas e sustentáveis para combater a falta de recursos naturais do Estado e almejando tornar-se totalmente independente do petróleo. De energia solar térmica – aperfeiçoada durante décadas – ao desenvolvimento de biocombustíveis, o país tem contornado suas desvantagens naturais, alcançando grande sucesso e demonstrando experiência e conhecimento no setor de energia sustentável.  A indústria de energia sustentável israelense é, hoje, considerada pioneira global graças à descoberta de inovações tecnológicas nas áreas de energia solar e geotérmica, bem como biomassa, vento e energia das ondas. Atualmente, Israel é um dos países líderes em tecnologias limpas inovadoras e conta com 500 empresas em atividade – 200 no setor de energias renováveis (solar, eólica, etc); 100 no setor de eficiência energética; 150 na área de smart energy e smart management; e 50 na área de recicláveis e tecnologias ambientais.

Sobre o Israel Trade & Investment no Brasil

Israel Trade & Investment pertence a uma rede de mais de 40 escritórios comerciais localizados nos principais centros de negócios ao redor do mundo e faz parte do Departamento de Comércio Exterior do Ministério de Economia de Israel. Nós conectamos oportunidades e desenvolvemos cases de sucesso entre empresas israelenses e brasileiras em diversos setores. Também trabalhamos com a implementação e manutenção de acordos bilaterais, como o Acordo de Livre Comércio MERCOSUL-Israel.

Como podemos ajudar?

  • Apresentação de tecnologias inovadoras israelenses e oportunidades de negócios
  • Busca por tecnologias específicas em Israel
  • Organização de delegações comerciais para Israel
  • Matchmaking e coordenação de reuniões em feiras nacionais & internacionais
  • Informações sobre o Acordo de Livre Comércio entre Israel & Mercosul e Imposto de Importação vigente

Para saber mais acesse: http://israeltrade.org.br/

 

Para saber mais acesse: http://israeltrade.org.br/

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USINA SOLAR CRIA – Sustentabilidade, inovação e pioneirismo no maior centro de inovação privado de Curitiba.
O CRIA – Centro Rebouças de Inovação e Aceleração e o NRGHUB, em parceria com as empresas Domínio Solar, Ribeiro Solar e Forte Soluções Ambientais iniciam o projeto da primeira micro usina solar do sul do país em um centro de inovação privado.

“O projeto será dividido em algumas fases e promete trazer não apenas os conceitos aplicados de sustentabilidade, mas também atuará como uma vitrine tecnológica com diversas soluções para empreendimentos imobiliários e para as cidades.” ressalta Renata Abreu, fundadora do NRGHUB e representante do cluster de Energias Renováveis do CRIA.

A primeira fase do projeto tem o objetivo de contribuir com a certificação LEED Platinum do CRIA e teve a contribuição da Forte Soluções Ambientais para a concepção deste projeto. Além disso, o projeto de implantação da micro usina solar, homologação e sua instalação contam com o apoio da Domínio Solar. Os equipamentos como placas solares, inversores e kit de instalação foram patrocinados pela Ribeiro Solar e RAC Engenharia.

Segundo Matheus Forte, da Forte Soluções Ambientais, todo o projeto foi dimensionado para atingir uma eficiência energética que gera um impacto significativo no consumo e no balanço energético do empreendimento. A função do projeto, além de economizar energia é educar e conscientizar o consumidor. Além disso, vale ressaltar que todo o empreendimento CRIA foi projetado de forma inteligente e eficiente, incluindo além da eficiência energética, conforto térmico e acústico, aproveitamento de águas pluviais, entre outras soluções sustentáveis.

Para Ricardo Cansian, diretor da RAC Engenharia e representante de um dos clusters do CRIA voltado à Construção Sustentável, a intenção deste projeto é poder desmistificar o conceito de energia fotovoltaica, mostrando que em Curitiba é possível sim gerar energia. Além disso, a intenção é também permitir experiências positivas e inovadoras com esta fonte energética ao público local, sejam eles estudantes, empreendedores ou empresários.

“Participar de um projeto como esse é de extrema relevância para a Domínio Solar, primeiro por estarmos próximos de um centro de inovação e segundo por termos a oportunidade de avaliar e comparar a performance tecnológica dos diferentes equipamentos ali instalados.” destaca César Augusto, diretor da Domínio Solar.

Podemos considerar que esse é só o começo de um grande laboratório vivo de tecnologias relevantes para o desenvolvimento sustentável, não apenas dos negócios, mas também, e principalmente, das cidades. Um ambiente inovador que permitirá aprimorar o conhecimento técnico a partir de vivências reais e ainda, contribuir com a melhoria da eficiência tecnológica de cada equipamento e solução presentes.

Se a sua empresa possui alguma solução sustentável venha participar da ampliação deste projeto conosco. Entre em contato: contato@nrghub.com.br

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